No Angelus, o pensamento do Pontífice voltou-se para todos aqueles que, em contextos difíceis e arriscados, se colocam a serviço dos irmãos.

Ao término da celebração da Missa de canonização de Madre Teresa de Calcutá, antes da bênção final, o Papa rezou o Angelus Domini. Na mensagem, ele saudou e agradeceu a todos os presentes na Praça São Pedro, de modo particular, às Missionárias e aos Missionários da Caridade, que são a família espiritual da religiosa de origem albanesa.

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“A vossa Fundadora vele sobre o vosso caminho e obtenha para vós ser fiéis a Deus, à Igreja e aos pobres.”

Dirigindo-se também às autoridades presentes, em particular dos países ligados à figura da nova Santa, bem como às delegações oficiais e aos numerosos grupos de peregrinos vindos de tais países na feliz circunstância, pediu ao Senhor que abençoe as nações das quais provinham.

Saudando os voluntários e agentes de misericórdia, confiou-os – como já havia feito durante a homilia da celebração – à proteção de Madre Teresa: “que ela os ensine a contemplar e adorar todos os dias Jesus Crucificado para reconhecê-lo e servi-lo nos irmãos necessitados”, disse Francisco estendendo o pedido de graças a todos aqueles que se uniram à celebração através dos meios de comunicação.

Em seguida, o pensamento do Pontífice voltou-se para todos aqueles que, em contextos difíceis e arriscados, se colocam a serviço dos irmãos:

“Penso especialmente em tantas religiosas que dão a sua vida sem poupar-se. Rezemos, em particular, pela missionária espanhola, Irmã Isabel, assassinada dois dias atrás na capital do Haiti, um país que vive tão duras provações, pelo qual faço votos de que cessem tais atos de violência e haja maior segurança para todos. Recordemos também outras Irmãs que, recentemente, sofreram violências em outros países”.

Após a Missa de canonização de Madre Teresa de Calcutá, o Papa Francisco ofereceu um almoço (à base de pizza napolitana) a 1.500 pessoas.

O almoço foi na entrada da Sala Paulo VI, situada ao lado da Basílica Vaticana. Os convidados de honra de Francisco, todos eles, foram os pobres e necessitados, sobretudo, das casas (dormitórios) das Irmãs de Madre Teresa e eram provenientes de toda a Itália: Milão, Bolonha, Florença, Nápoles e de todas as casas de Roma.

Os colaboradores do Pontífice tinham viajado durante toda a noite, em vários ônibus, para poder participar da canonização da fundadora das Missionárias da Caridade e, depois, participar do almoço.

Os convidados de Francisco foram servidos por 250 Irmãs de Madre Teresa, 50 Irmãos da Congregação masculina e por voluntários.

A pizza foi preparada por uma pizzaria napolitana com sua equipe de quase 20 pessoas utilizando seus equipamentos móveis (3 fornos), afirma um comunicado do esmoleiro do Santo Padre, Dom Konrad Krajewski.

Da redação da Portal Canção Nova, com Rádio Vaticano

Fonte Internet: cancaonova.com

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